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O Baptismo é o sacramento que introduz o homem na Comunidade dos Filhos de Deus. Exige, como é compreensível, um acto de fé daqueles que o recebem. Se adultos, eles próprios darão testemunho do seu querer. Se crianças, esse querer e fé serão testemunhados pelos pais e pela comunidade representada pelos padrinhos. Uma criança é, pois, baptizada na Fé dos Pais e da Igreja. |
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A Confirmação, o Baptismo, e a Eucaristia são os três sacramentos chamados de “iniciação cristã”.
Após um primeiro contacto com o sagrado, que tem lugar no Baptismo, importa aumentar a capacidade humana de colaboração com a graça e maior identificação com Cristo, que deve verificar-se com dois sacramentos: Confirmação e Eucaristia. |
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A Eucaristia é o alimento. Ninguém vive sem se alimentar. Para viver, dependemos não só da comida, mas também do pão da fraternidade, do carinho, da justiça.
Nessa experiência de repartir o pão de cada dia, seja o pão de trigo, seja o pão da dor ou da alegria, Deus está presente. Celebrar a Eucaristia é também uma denúncia contra a falta de fraternidade que existe no mundo; porque na Eucaristia comemos do mesmo pão, quando na vida falta pão para tanta gente. Acreditamos e celebramos tudo isso na comunhão. A Eucaristia é Deus mesmo se repartindo como pão, na doação de Jesus. |
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Os noivos, quando pensam casar, devem comparecer nos serviços da paróquia para marcarem o respectivo matrimónio. Três meses antes do matrimónio, no mínimo, iniciamos o processo de casamento. Os noivos baptizados nas ex-colónias ou residentes no estrangeiro devem vir quanto antes tratar do assunto, devido à demora habitual nestes casos. |
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O Senhor ressuscitado instituiu este sacramento quando, na tarde de Páscoa, se mostrou aos Apóstolos e lhes disse: «Recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes serão retidos» (Jo 20, 22-23). |
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A compaixão de Jesus pelos doentes e as numerosas curas de enfermos são um claro sinal de que, com Ele, chegou o Reino de Deus e a vitória sobre o pecado, o sofrimento e a morte. Com a sua paixão e morte, Ele dá um novo sentido ao sofrimento, o qual, se unido ao seu, pode ser meio de purificação e de salvação para nós e para os outros. |
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